"Prometi novamente voltar para as águas"
"Azul da cor do mar"
"Let love rule"
"Chame gente"
"E lá vou eu"
"Colé merma?!"
"Se plante, Bill!"
"Olha o cachorro louco, fofinho"
"Stairway to Heaven"
"Com o bucho mais cheio comecei a pensar"

A mecânica é muito simples: 31 bares são selecionados e cada um inscreve um tira-gosto, ou melhor, bota-gosto como anuncia o dono do Boteco do Lula, para participar do certame etílico-gastronômico. A intenção é instigar as pessoas a visitarem os estabelecimentos e degustarem os petiscos, elegendo assim a melhor iguaria de SSA.
A missão era difícil, 31 bares em 31 dias. Para isso, convoquei dois amigos, Carlos Cachaça e Nelson Gonçalves, para me acompanhar. Durante o campeonato, algumas pessoas entraram no time, mas a cozinha da banda foi mantida: Zeca Pagodinho, Carlos Cachaça e Nelson Gonçalves.
O esquema tático foi montado com precisão para não perdermos nenhuma partida. Os bares foram divididos por regiões iguais ao War II e horários de funcionamento. Houve a peleja do Garcia, com Tia Célia, Boteco do Farias e Aconchego da Zuzu, a batalha da Barra, que passou pelo Boteco do Farol, Bar do Careca e Bar do Chico, a guerrilha do Pelô na Cantina da Lua e Cruz do Pascoal e a disputa do Stiep no Barbicha Grill, o famoso Favelinha, Opção Informal, Bar do Peixouto e Bar do Jonas.
Em todos esses ambientes, a diversão foi garantida. Resenha com o dono do bar, copo americano, cerveja de garrafa e muitas saideiras, comidinhas leves como rabada, língua de boi e moqueca de miolo, gatos e cachorros transitando ao nosso lado e mesas em calçada, ladeira e debaixo de árvore. Ou seja, tudo que um bom boteco exige.
Após a maratona, o resultado final foi um aproveitamento de 87%, desempenho melhor do que o Corinthians na segundona e a popularidade de Lula, e muita história para contar aos netos.
