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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Pictures

Retomando a série de fotos pelo celular tiradas do carro, andando ou de bobeira sem relação alguma entre si e sempre com citações musicais.

"Prometi novamente voltar para as águas"



"Azul da cor do mar"



"Let love rule"



"Chame gente"



"E lá vou eu"



"Colé merma?!"



"Se plante, Bill!"



"Olha o cachorro louco, fofinho"

domingo, 21 de março de 2010

Mais momentos

Fotos com e sem relação tiradas pelo celular ao longo das andadas pela minha cidade.

Cabeça de gelo


Boêmia


Comida di Buteco - Porto do Moreira


Comida di Buteco - Boca de Galinha


Comida di Buteco - Fará


"I will survive"


"Hey, ho"


"As grades do condomínio são pra trazer proteção, mas ..."


Vaga exclusiva p / idoso

sábado, 9 de maio de 2009

Momentos

Dando continuidade ao sonho das lentes, divido com vocês mais alguns cliques na boa terra e em Sampa.

"Quando o sol se põe, vem o farol iluminar as águas da Bahia"


"A Praça Castro Alves é do povo como o céu é do avião"

Viva Dodô e Osmar?

"Stairway to Heaven"

"A cidade não para, a cidade só cresce"
"Tem amor de mercado que se compra no supermercado do amor"

"Triste Bahia, oh quão desemelhante"

"Guiné Bissau, Moçambique e Angola"

"Pituaçu, meu caldeirããão"


domingo, 29 de março de 2009

Salve, Salvador

Sempre admirei fotografia, mas nunca pesquisei essa arte em profundidade apesar de sempre sonhar em fazer um curso para aprender a dominar as lentes. Neste sonho também existia uma vontade de retratar algumas cenas do dia-a-dia de Salvador. Recentemente, comprei um celular cheio de "guéri-guéri" que permite bater umas fotos decentes. Enquanto o curso e a máquina não chegam, o LG quebra o galho. Vejam abaixo o primeiro registro. Fiquem à vontade para criticar e, se possível, elogiar.
"Verde, azul, um espelho do céu"
"E na hora no Porto da Barra fica elétrico"

"Onda, Ondina, Pituba, Amarina, ah, ah"

"À procura da batida perfeita"
"Um passo à frente e você não está mais no mesmo lugar"

"Com o bucho mais cheio comecei a pensar"

sábado, 4 de outubro de 2008

Sem título

Apesar de já estarmos na primavera de 2008, Salvador continua a ser uma cidade provinciana em quase todas as áreas. Mercado de trabalho, tecnologia, comportamento e, principalmente, cultura e entretenimento.

É fácil perceber. Basta ser curioso, ler um pouco mais do que o resumo da novela ou viajar para outras cidades. Costumo fazer as três coisas. Gosto de pesquisar, leio muito revista e internet e, sempre que posso, dou um rolê por aí.

Recentemente, algumas coisas me deixaram perplexo. Em Manaus, aconteceu um festival com a presença de Dave Matthews Band e Ben Harper, o melhor da arte de vanguarda da Europa está em exposição em Fortaleza e o Abril pro Rock é realizado há 16 anos em Recife/Olinda. Teoricamente, essas três cidades são menos desenvolvidas do que a boa terra e fazem com que eu questione sempre por que motivo eventos como esses não acontecem aqui.


Mas, às vezes, a primeira capital do Brasil me surpreende. Pela primeira vez, acontece de 05/09 a 05/10 o "Comida di Buteco" na Bahia. É claro que não se trata de uma mega produção nem de atrações internacionais, mas o evento movimenta intensamente as horas de ócio de quem está antenado.



A mecânica é muito simples: 31 bares são selecionados e cada um inscreve um tira-gosto, ou melhor, bota-gosto como anuncia o dono do Boteco do Lula, para participar do certame etílico-gastronômico. A intenção é instigar as pessoas a visitarem os estabelecimentos e degustarem os petiscos, elegendo assim a melhor iguaria de SSA.

A missão era difícil, 31 bares em 31 dias. Para isso, convoquei dois amigos, Carlos Cachaça e Nelson Gonçalves, para me acompanhar. Durante o campeonato, algumas pessoas entraram no time, mas a cozinha da banda foi mantida: Zeca Pagodinho, Carlos Cachaça e Nelson Gonçalves.

O esquema tático foi montado com precisão para não perdermos nenhuma partida. Os bares foram divididos por regiões iguais ao War II e horários de funcionamento. Houve a peleja do Garcia, com Tia Célia, Boteco do Farias e Aconchego da Zuzu, a batalha da Barra, que passou pelo Boteco do Farol, Bar do Careca e Bar do Chico, a guerrilha do Pelô na Cantina da Lua e Cruz do Pascoal e a disputa do Stiep no Barbicha Grill, o famoso Favelinha, Opção Informal, Bar do Peixouto e Bar do Jonas.

Em todos esses ambientes, a diversão foi garantida. Resenha com o dono do bar, copo americano, cerveja de garrafa e muitas saideiras, comidinhas leves como rabada, língua de boi e moqueca de miolo, gatos e cachorros transitando ao nosso lado e mesas em calçada, ladeira e debaixo de árvore. Ou seja, tudo que um bom boteco exige.

Após a maratona, o resultado final foi um aproveitamento de 87%, desempenho melhor do que o Corinthians na segundona e a popularidade de Lula, e muita história para contar aos netos.