Nem sou muito fã de Heineken, mas que deu uma vontade de comprar uma agora, isso deu.
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segunda-feira, 24 de maio de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
A loura
Ontem, após "cerveja gelada depois da obra como os óculos escuros de Cartola", chego em casa e os olhos brilham ao entrar no quarto. Sobre a cama, encontro um livro que desejava desde o seu lançamento. Alguém ouviu os meus pensamentos e fez uma surpresa. Mesmo sem terminar o best seller de Garcia Marquez, leio as primeiras páginas da "Larrouss da Cerveja" e já encontro este excelente trecho:
"... esse colossal consumo é quase sempre - se não sistematicamente - prazeroso: não se bebe cerveja como alimento, não se bebe cerveja como remédio, não se bebe cerveja como rito ou culto (o que ocorre com o vinho), não se bebe cerveja por desfastio, não se bebe cerveja por dor de cotovelo ou dores mais à cabeça. Bebe-se pelo prazer de viver, sobretudo de conviver - os bebedores solitários de cerveja são pocuos e não estão bem, ou falta-lhes, no momento, um amigo. Desde muito cedo, as cervejarias, em várias partes do mundo, se fizeram enormes ambientes, extremamente conviviais, risonhos, extrovertidos, ridentes, cantantes, dançantes até.
Um bebedor de cerveja que se reconheça como tal é, antes de tudo, um homem ou uma mulher que não deseja embriagar-se - se o quisesse, poderia dar-se a bebidas dez ou mais vezes mais fortes do ponto de vista alcoólico, para igual quantidade de líquido. Assim, o que ele ou ela quer mesmo é ter o prazer, a alegria, a satisfação, o encantamento que só a cerveja pode propiciar-lhe." (Antonio Houiass).

Este texto vai para Ailton Carvalho, Carolina Guedes, Geraldinho/Chiquinho Galindo e Zeca Pagodinho.
"... esse colossal consumo é quase sempre - se não sistematicamente - prazeroso: não se bebe cerveja como alimento, não se bebe cerveja como remédio, não se bebe cerveja como rito ou culto (o que ocorre com o vinho), não se bebe cerveja por desfastio, não se bebe cerveja por dor de cotovelo ou dores mais à cabeça. Bebe-se pelo prazer de viver, sobretudo de conviver - os bebedores solitários de cerveja são pocuos e não estão bem, ou falta-lhes, no momento, um amigo. Desde muito cedo, as cervejarias, em várias partes do mundo, se fizeram enormes ambientes, extremamente conviviais, risonhos, extrovertidos, ridentes, cantantes, dançantes até.
Um bebedor de cerveja que se reconheça como tal é, antes de tudo, um homem ou uma mulher que não deseja embriagar-se - se o quisesse, poderia dar-se a bebidas dez ou mais vezes mais fortes do ponto de vista alcoólico, para igual quantidade de líquido. Assim, o que ele ou ela quer mesmo é ter o prazer, a alegria, a satisfação, o encantamento que só a cerveja pode propiciar-lhe." (Antonio Houiass).
Este texto vai para Ailton Carvalho, Carolina Guedes, Geraldinho/Chiquinho Galindo e Zeca Pagodinho.
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